segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Amor e suas intenções

Por que estás assim?
Não percebes o quanto te amo e o quanto te desejo
Na hora de dormir só quero estar com você
Na hora de sonhar só penso em você
Quero seguir seu caminho, seus passos
Leva-me contigo meu amor
Por onde for
Por onde estiver
Lá estarei eu
Sempre ao seu lado
Como no princípio
Como agora e
.................................................Até o fim
.................................................Eterna serei para ti
.................................................Eterno serás para mim
.................................................Te amarei assim
.................................................Profundamente
.................................................Serei sempre sua
.................................................Que me desnuda
.................................................Apenas com seu olhar
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.................................................Seremos sempre inseparáveis
.................................................E implacáveis na arte de amar.

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Ps. Oi, para quem ainda não me conhece, prazer, Barbarella.
(Poesia antiga, do velho "crônica". Resolvi postar novamente. Ah, deve ser porque ando meio melancólica, sorumbática. Dizem que o amor supre a carência, completa os espaços, supera os temores. Então, quem sabe...)
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sábado, 17 de janeiro de 2009

Um causo

Numa cidade distante, um senhor vivia modestamente como um xamã. Era amado por todos, pois o velho não poupava esforços para usar todo o seu conhecimento para curar as moléstias de quem precisasse.
Todos o chamavam apenas de “o anjo”. “Ele sabe tudo” - era o que comentavam entre si - “ um sábio com um maravilhoso coração angelical”. Assim tornou-se indispensável para a cidade, onde até loucos ou bandidos eram considerados amigos e o respeitavam.
Porém, numa certa manhã foi encontrado assassinado. A dor dominou todos o moradores daquela cidade, o desespero era evidente e sem poder acreditar, perguntavam-se: Quem poderia ter matado o nosso “anjo sábio”?

E mesmo com o crânio perfurado por um machado, e com todos os sinais de que fora assassinado, concluíram que não tinha sido um assassinato e que os sinais tinham sido mera coincidência, o “sábio” na escuridão, deve ter caído por si mesmo e feriu sua cabeça sangrando até a morte.
E assim a cidade segue até hoje, em vista do fato de que não poderia existir no mundo uma pessoa com tanta baixeza e perversidade que fosse capaz de matar uma pessoa tão boa como aquele velho bom sábio.

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Ao avesso

Momentos em que o silêncio da vida
às vezes impõe,
a angustia provocada sem vírgula
sem pontos nem espaços
muito menos parágrafos.
Tudo ao mesmo tempo.
Do nada um sorriso querendo
contradizer tudo.
Uma única vontade com alguns desejos.
Um amanhecer
com um jardim florido
ou uma noite de sono tranqüila
acalentada pelo frio.
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Ps. Meus amigos tenham paciência comigo, não esqueci ninguém. Estou ausente mas não por acaso. Infelizmente estou passando mais tempo no hospital cuidando da minha mãezinha querida. O destino lhe trouxe aquela doença que começa com"c" e termina com "r". Mas estou confiante, dará tudo certo.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Paraíso sim senhor.







Tirei essas fotos hoje no morro da "Praia dos Coqueirinhos".
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Gente, estou no paraíso! "Vissiii"

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Férias... ê vidão.


Ando cá em João Pessoa.
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Ando tão preocupaaada!
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Será que amanhã eu almoço aquela moqueca de camarão, ou aquela lagosta??
E a cerveja, será que vai estar tão gelada que nem hoje?? ô vida.
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ô dilíciaaaaaaaaa...

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Ano novo, vida velha.


Ano Novo. Ah Ano Novo. Sentados ficamos à mesa a te esperar. Mastigávamos preguiçosamente enquanto ouvíamos um som com batidas monótonas somente a te aguardar. Já havíamos esvaziados várias taças de um vinho seco qualquer, enquanto eu pensava no meu invencível e irremediável tédio.
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Ano novo no verão. Ahh verão. Verão este que me enche de melancolia desconsolada com esse crepitar monótono dos grilos que me deprimem como um pesadelo medonho. Apesar do tédio que nos corroia, nós nos preparávamos para comemorar a chegada do Ano Novo com toda sua solenidade, porém com certa impaciência que o sono impunha.
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Às vezes, quando até o ar que respiramos gelava de tanto tédio e reinava um silêncio solitário ficávamos a divagar sobre o que nos aguardava para o novo ano que se esperava. E depois de tanto pensar nos reconfortávamos com a idéia de que nada pior poderia acontecer conosco, já que estávamos numa vida de fracassos e desgostos. Afinal, o que mais poderia nos acontecer de ruim?
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Amor, não houve, nunca houve, nem agora há e provavelmente nunca chegará. Não há mais virilidade, ousadia ou cordialidade e por mais amargura que sentisse por viver num asilo deprimido e solitário, tentava me esforçar para ter pensamentos ainda mais tristes e sombrios. Já fui ofendido, humilhado e também ofendi e humilhei toda a minha vida. Parece que de tudo já foi sofrido. Sim, então o que acontecerá?
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É isso Ano novo. Em má hora eu vos aguardo. Eis que da vida me resta pouco. E agora me diga:
o que mais de ruim você me dará?

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Aviso e agradecimentos

Em minha vida tenho encontrado muitas pessoas interessantes, desinteressantes, ateus, Inteligentes, ignorantes, enfim, de tudo um pouco. De vários me fiz amiga. De outros não, tampouco me fiz inimiga. Quase sempre concordo com eles, quase sempre não. E por aí vou, borboletando de flor em flor, algumas com espinhos, outras não. E hoje quero deixar meu agradecimento especial à esses novos amigos inteligentes, sem espinhos e tão bacanas. 

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Sai Zumbido


Que a mosca que agora zumbe
à minha volta e me atormenta,

que ela adormerça esta noite
e assim permaneça.
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Basta mosca insensata!
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Que à entrada da noite você desapareça.
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Se não eu te mato sua mosca azarenta.
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Como dizia Goethe:
"E se o homem em sua dor se cala,
Um deus me permitiu dizer o quanto sofro."
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Então eu digo quanto e como eu sofro da forma que eu quiser, certo?