Os Sonetos de Shakespeare constituem uma coleção de 154 poemas sob a forma estrófica do soneto inglês que abordam uma galeria de temas tais como o amor, a beleza, a política e a morte.
Publicado em 1609, a obra Sonetos foi o último trabalho publicado de Shakespeare sem fins dramáticos. Os estudiosos não estão certos de quando cada um dos 154 sonetos da obra foram compostos, mas evidências sugerem que Shakespeare as escreveu durante toda sua carreira para leitores particulares.
Existem também vários e vários filmes que citam os sonetos. Entre eles, o filme “Razão e Sensibilidade”, premiado filme britânico de 1995, dirigido por Ang Lee e com roteiro escrito pela atriz Emma Thompson, com base em romance homônimo de Jane Austen (uma de minhas escritoras favoritas), publicado em 1811. E além disso ainda contém o soneto 96 que mais aprecio pela sua essência.
Amor é um marco eterno, dominante,
Amor não teme o tempo, muito embora
Antes se afirma, para a eternidade.
“... o amor só é amor se não dobra a obstáculos
E nem se curva a vicissitudes,
É uma marca eterna que sofre tempestade,
Sem nunca se abalar.”
Sonetos, filme, amor e pipoca. Ótima combinação.
É isso.
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