
terça-feira, 19 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Não Pensar, Apenas Viver

quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Sendo dramática

Obrigada a cada amigo(a) que por aqui passa, e desejo-lhe por mui dilatados e felizes posts.
De uma dramática blogueira que assim se encontra numa fase tensão-pré alguma coisa.
Barbarella
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Sobre Amores Inabaláveis

sábado, 18 de setembro de 2010
Música e Pipoca
Linda música.
Faz parte da trilha sonora dos filmes "Um Lugar Chamado Notting Hill" e "O Livro de Eli".
Tradução aqui
domingo, 12 de setembro de 2010
Oi

Tento mostrar maturidade, mesmo quando não consigo disfarçar nem a insegurança.
Quero seduzir o que apenas se seduz por um momento e depois se apaga no tempo.
Gosto de imaginar encontros intensos de paixão e posso ficar suada de tanto pensar.
Gosto de ouvir adjetivos afogados em desejo.
Escuto a chuva enquanto posso apenas sonhar.
Sinto intensamente o prazer que é meu, que é seu e de mais ninguém imaginar.
Às vezes me vejo em um barco furado e sei que provavelmente ele irá se afogar,
Iludo-me achando que está tudo sob controle, enquanto saboreio os tropeços da vida.
Tento alcançar o paraíso, mas também sei chegar no inferno.
Posso sentir um ciúme do que não é meu e do que é meu também.
A força que me move também me impele e escuto até as últimas pregas do meu coração.
E descubro que amo no fundo do coração senão a vida, e, na verdade
Assim sou eu. Agora me fale de você.
.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Amor

A dor de te amar
faz-me sentir o que somos e o que vivemos.
De ter o que não percebemos ou de amar o que não conhecemos.
Uma dor que nenhum alento cura,
conquanto me faz sentir a alma,
pois fico no limbo da morte pensando na vida.
Não tenho mais medo do vazio
Só assim eu aprendo, eu cresço e me aperfeiçôo.
Deixo-me sentir nua, sem segredos, tão aberta sem mistérios.
Deixo doer até o fim, onde não se há mais para onde ir
já se foram todos os caminhos explorados para o prazer, para o te ter
Dói, mas só quero ser for assim, sem razão, sem motivos
somente o prazer de estar com você
Uma vida sem te amar seria um oco, um vazio, um vácuo
e morrer nesta evasão me doeria mais do que
simplesmente morrer de tanto te amar, de tanto querer
mesmo sem te ter, de te tocar.
Prefiro assim, com todas as opções de um amor insano
aos olhos de quem nunca sentiu
um mergulho profundo
para não morrer sem antes te amar.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Vida
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Na Sua Presença

Quando olhamos nos olhos de alguém que amamos, o que vemos?
Quando meu olhar encontra os olhos da pessoa que eu amo eu não vejo pupilas nem íris
Mas uma presença sem nome que não é diferente da minha própria presença
Uma luz interior semelhante à minha própria luz
Não consigo julgar, conceituar ou classificar essa pessoa
Nem manter separações artificiais
O olhar me conduz além de uma aparente dualidade
Por isso não me ame apenas por telefone ou internet
Por mais íntima que seja a conversa
Por mais confortável e agradável que pareça
Sem os meus olhos nos teus
Tornar-se-á oblíqua e incompleta
E, tão pouco, diga que acabou
Sem o olhar, revelar-se-á obscuro e incerto.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Aproveitando Cada Momento
Um desses meus momentos, por incrível que pareça, é na aula de spinning. Mais especificamente quando o professor coloca uma música da violonista Vanessa Mae (no vídeo abaixo).
Eu simplesmente sinto o vento bater no meu rosto como se estivesse pedalando numa trilha e não em uma academia. Sinto o nascer do sol no meu corpo, sinto o cheiro da natureza e sinto uma profunda respiração em sintonia com a vida. Sinto meu corpo suado queimando toda energia negativa. Sinto a felicidade de viver. Posso me imaginar abrindo os braços e simplesmente agradecendo a vida por ser como ela é, e sorrindo para ela.
Então aumente o som, ponha a carga pesada na bicicleta e venha pedalar comigo.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Lua

Sempre tão suave na luz da manhã
tão amada e esperada todos os dias
sua solidão pode arder e estar cansada ao final do dia
e talvez abatida contra a luz que morre
No final, assim como brilha sua iluminação
a escuridão também é certa
algumas palavras não mudam a direção
e não entrarão suaves ao anoitecer
porém, a lua mesmo que só
sempre volta
mais forte do que nunca
para tudo recomeçar
e brilhar.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Clarice Lispector
Última entrevista de Clarice Lispector, em 1977, concedida ao jornalista Julio Lerner.
Apesar de ser fã de suas obras ainda não havia assistido esse vídeo e fiquei impressionada com seu jeito sério e tímido. Como disse Olga Borelli "Defini-la é difícil. Contra a noção do mito, de intelectual".
Clarice Lispector morreu ainda moça, pois de sua imaginação criadora muito ainda se esperava, os leitores e críticos e exegetas, que cedo se apaixonaram pela sua importante e linda obra.
"Meu Deus, me dê a coragem de viver trezentos e sessenta e cinco dias e noites, Todos vazios de Tua presença. Me dê a coragem de considerar esse vazio como uma plenitude. Faça com que eu seja a tua amante humilde, entrelaçada a ti em êxtase. Faça com que eu possa falar com este vazio tremendo E receber como resposta 0 amor materno que nutre e embala. Faça com que eu tenha a coragem de te amar, Sem odiar as tuas ofensas à minha alma e ao meu corpo. Faça com que a solidão não me destrua. Faça com que minha solidão me sirva de companhia. Faça com que eu tenha a coragem de me enfrentar. Faça com que eu saiba ficar com o nada E mesmo assim me sentir como se estivesse plena de tudo. Receba em teus braços o meu pecado de pensar."
Clarice Lispector
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
O Amor é Poesia; Paixão vale uma Crônica.

ela rapidamente acreditou
Ele disse que lhe daria a lua e as estrelas
ela rapidamente acreditou
Ele disse que viveriam juntos para sempre
ela rapidamente acreditou
Mas um dia...
Ele disse que havia sido um impulso
Ele disse que tudo estava acabado
Que ele havia se enganado, não era amor
Ela não acreditou
......................Demorou
.................................................... Aprazou
............................................................................... Negou
..................................................................................................... Brigou
..............................................................................................................................Chorou
Até que um dia
enfim
Ela resolveu acreditar!
Ah, as mulheres...
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Liberdade para voar
Temple Grandin

Nascida em 1946 formou-se engenheira por inspiração de um professor que, percebendo o interesse da menina em construir uma máquina de abraçar, orientou-a a seguir essa carreira.O roteiro do filme se baseia em seus dois livros autobiográficos, "Uma menina estranha" (Cia das Letras) e "Thinking in pictures", sem tradução brasileira.

Palestra com Temple Grandin falando sobre como a sua mente funciona (Clique em view Subtitles para assistir com legenda em Português). Compartilhando a sua habilidade de "pensar em imagens", que a ajuda a resolver problemas que cérebros neurotípicos não conseguiriam. Ela traz à tona que o mundo precisa de pessoas com o espectro autista: pensadores visuais, pensadores em padrões, pensadores verbais. Indico para todos que gostam de aprender sobre o comportamento, seja ele humano ou animal.
Essa palestra me fez lembrar de um livro que tive o prazer de ler quando fiz a minha graduação em psicologia, o livro "Inteligência Múltiplas" de Howard Gardner. A Teoria das Inteligências Múltiplas é uma alternativa para o conceito de inteligência como uma capacidade inata, geral e única. Psicólogo construtivista muito influenciado por Piaget, Gardner identificou 7 inteligências, que são elas: lingúística, lógico-matemática, espacial, musical, cinestésica, interpessoal e intrapessoal. Mas isso é assunto para outro post ou a Barbarella correrá um sério risco de ser conhecida como enfadonha e prolixa. De qualquer forma, quem quiser saber mais sobre as inteligências múltiplas, pode deixar o e-mail que mandarei alguns artigos que abordam esse tema.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
"Sou o mestre do meu destino. Sou o capitão da minha alma."
.

."De dentro da noite que me cobre,
Negra como a cova, de ponta a ponta,
Eu agradeço a quaisquer deuses que sejam,
Pela minha alma inconquistável.
Não estremeci, nem gritei em voz alta.
Sob a pancada do acaso,
Minha cabeça está ensanguentada, mas não curvada.
Além deste lugar de ira e lágrimas
Avulta-se apenas o Horror das sombras.
E apesar da ameaça dos anos,
Encontra-me, e me encontrará destemido.
Não importa quão estreito o portal,
Quão carregada de punições a lista,
Sou o mestre do meu destino.
Sou o capitão da minha alma."
Invictus é um poema do poeta Inglês William Ernest Henley. Ele foi escrito em 1875 e publicado pela primeira vez em 1888. Nelson Mandela citou-o como fonte de inspiração durante seu tempo na prisão.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Sempre a Impermanência...

quarta-feira, 28 de julho de 2010
Tempo

Em algum momento da nossa vida precisamos de um tempo para descansar.
Em algum momento da vida precisamos de um tempo.
Tempo de plantar e tempo de colher
Há tempo de ficar triste e tempo de se alegrar
Tempo de chorar e tempo de dançar
Tempo de abraçar e se despedir
Há tempo de perder e tempo de ganhar
Tempo de se afastar e silenciar
Estou no meu tempo sem tempo
Não importa o que passou e nem o que está por vir
É tempo de construir
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Devaneios
Ou sonhe que um dia
Sua mãos já se aqueceram junto as minhas
Que já sentiu meus contornos junto aos teus
Sua luz brilhou no meu olhar
Que já dançamos em frente a lareira
Que minhas palavras sussurraram
Um sussurro lascivo aos seus ouvidos
Que um dia um beijo nos entrelaçou
Que um dia conhecemos as sensações mais intensas
Eu e você, sentindo-nos
Em um só corpo
Um só coração
Não meu amor
Foi apenas um devaneio
sábado, 10 de julho de 2010
Cheia de charme
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Essa vida tem seus segredos...
Linda música.
domingo, 4 de julho de 2010
Eternamente Completa

As palavras não podem exprimir o que não tem explicação.
Como explicar que só quero a mim, e querendo a mim
Prefiro ficar no silêncio de uma noite fria.
Como és bela e suave no acalento de um cobertor.
Saboreio a delicadeza da solidão.
Em mim encontrei a felicidade profunda.
Minha natureza em toda sua nudez
Em toda sua crueza
Não há mais véu nenhum
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Plenitude
sexta-feira, 18 de junho de 2010
'José & Pilar'
"Se eu tivesse morrido aos 63 anos antes de lhe ter conhecido, morreria muito mais velho do que serei quando chegar a minha hora” (Declaração de amor de José Saramago à esposa Pilar Del Río).
Documentário 'José & Pilar' do diretor Miguel Gonçalves Mendes, com data de estreia prevista para novembro no Brasil.
Os dois se conheceram em 1987 e, segundo Mendes, completavam-se. “Ela lhe deu uma segunda vida”, resume o cineasta, em entrevista para o G1.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Entardecer
domingo, 6 de junho de 2010
Non, je ne regrette rien
Hoje, nesse lindo dia, é o meu aniversário.
E olhando para trás, percebi que essa linda música da Edith Piaf ilustra bem o que sinto, não me arrependo de nada vivido até aqui.
Segue a tradução:
"Não! Nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal - isso tudo me é igual!
Não, nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Está pago, varrido, esquecido
Não me importa o passado!
Com minhas lembranças Acendi o fogo
Minhas mágoas, meus prazeres
Não preciso mais deles!
Apagado os amores
E todos os seus tremores
Apagados para sempre
Recomeço do zero.
Não! Nada de nada...
Não! Não lamento nada...!
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal, isso tudo me é bem igual!
Não! Nada de nada... Não!
Não lamento nada...
Pois, minha vida, pois, minhas alegrias
Hoje, começam com você!"
Beijos a todos.
terça-feira, 25 de maio de 2010
Impermanência
Não se ouviam os pássaros, tudo parecia estar morto naquela manhã.
Mas era sobretudo nas horas das refeições que ela ficara mais entediada.
Toda a amargura de sua existência parecia-lhe servida em seu prato.
E a noite, freqüentemente obstinava-se a não sair. Achava-se gorda e feia.
Vira pessoas que pareciam felizes pela janela, invejou aquelas existências tumultuadas.
As noites dissimuladas, os insolentes prazeres com todos os desvarios que não conhecia.
Irritava-se com um telefone tocando ou com uma porta entre-aberta,
.
Entretanto, era tudo dor inútil, pois toda aquela rebelião era mera tensão pré-menstrual, no outro dia ela acordaria com os pássaros cantando em sua janela novamente.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
"Jackie Brown" e seus 145 ...
Um dos melhores filmes do Tarantino, senão o melhor, que inexplicavelmente não obteve sucesso. Mas o que me chamou a atenção essa semana e que não poderia deixar de postar por aqui, foi um vídeo onde um maluco, provavelmente sem ter muito o que fazer, juntou 140 dos 145 “fucks” do filme num clipe de 1 minuto no YouTube.
Olhem isso, chegou a ficar hilário:
terça-feira, 18 de maio de 2010
Olhares
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Gypsy
Linda música. Segue a tradução:
"Quebrei o meu coração na estrada
Passo o fim de semana
Costurando os pedaços de volta
Lápis e bonecas passam por mim
Caminhar fica tão chato
Quando se aprende a voar
Não sou do tipo caseira
Desligue-se
E quem sabe o que poderá encontrar
Não confessarei todos os meus pecados
Você pode apostar que eu tentarei
Mas nem sempre se pode vencer
Porque eu sou uma cigana
Você vem comigo?
Eu posso roubar suas roupas
E vesti-las caso me sirvam
Eu nunca fiz acordos
Como uma cigana
E eu não vou recuar
Porque a vida já me machucou
E eu não vou chorar
Sou muito jovem para morrer
Se você quiser me deixar
Porque eu sou uma cigana
quinta-feira, 13 de maio de 2010
...

terça-feira, 11 de maio de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
A Felicidade Não Se Compra


quinta-feira, 6 de maio de 2010
Silêncio

terça-feira, 4 de maio de 2010
Voltei!
Perdi algumas semanas,
Perdi o rumo,

Perdi a paciência,
Mas eu voltei!
Perdi a cabeça,
Perdi o juízo,
Perdi a crença,
Perdi a lembrança,
Mas eu voltei!
Perdi o passo,
Perdi peso,
Perdi o ritmo,
Perdi a dança,
Mas eu voltei!
...............................................Perdi a razão,
...............................................Perdi a educação,
...............................................Perdi alguns cabelos,
...............................................Perdi a vergonha,
...............................................Mas eu voltei!
Perdi o limite,
Perdi a saúde,
Perdi a inquietude,
Perdi a inocência.
Mas eu voltei!
..........................Pergunte ao vigia,
..........................Pergunte ao porteiro,
..........................Pergunte ao frentista,
..........................Pergunte ao padeiro,
..........................Pergunte ao analista,
..........................Pergunte ao eletricista,
..........................Pergunte ao professor,
..........................Pergunte ao fotógrafo,
..........................Pergunte ao manobrista,
..........................Pergunte ao zelador,
..........................Pergunte ao jornaleiro,
..........................Pergunte ao carroceiro,
..........................Pergunte ao maquinista,
..........................Pergunte ao motorista,
..........................Pergunte, e todos responderão,
..........................Sim, ela voltou!
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Nós que aqui estamos, por vós esperamos.
Documentário “Nós que aqui estamos, por vós esperamos”, dirigido por Marcelo Masagão, lançado no Brasil em 1999.
O diretor dá uma volta ao mundo passando por guerras, dirigindo o olhar para a conseqüente banalização da vida e da morte.
A arte mostra a nudez de várias formas.
Religiões como o Islamismo, o Judaísmo, o Hinduísmo e o Candomblé são abordados como formas de buscar a Deus e Masagão “choca” o espectador ao mostrar uma criança “em alguma esquina do hemisfério sul”, a espera de Deus. Abandonada, indefesa, e ainda assim, viva. Recorda a paz budista de Mahatma Gandhi, no Tibet, que venceu resistências imperialistas sem dar um tiro sequer.
No portal a frase: “Nós que aqui estamos, por vós esperamos” deixa ao espectador perguntas e respostas que só a linguagem cinematográfica é capaz de produzir.
Sem falar nas belas músicas de Wim Mertens.
Apresento-lhes apenas uma parte que já deixa uma boa reflexão.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Brasília
Poder dormir
Poder chegar
Vinícius de Moraes
"Quando se vierem a escavar as minas escondidas no meio destas montanhas, aparecerá neste sítio a terra prometida, donde fluirá leite e mel"
Dom Bosco, um santo italiano canonizado pelo Papa Pio XI na Páscoa de 1934. É considerado o visionário que anteviu Brasília. Está escrito que, na noite de 30 de agosto de 1883, Dom Bosco teve estranho e iluminado sonho místico. Ele o revelou durante reunião do Capítulo da Congregação Salesiana realizada em 4 de setembro daquele ano. O padre Lemoyne anotou tudo.

E não para de vir pessoas de todos os lugares para morar em Brasília. Esta semana três pessoas me procuraram, uma de Porto Alegre, outra de Curitiba e parece que mais uma de São Paulo, vieram morar na nossa capital. Para minha surpresa, entraram em contato comigo pois querem dar inicio a um grupo de estudos budistas e conseqüentemente uma comunidade com práticas regulares.
Eu que tanto já reclamei da falta de grupos assim por aqui, eles começam a se estabelecer no cerrado. Que ótima notícia, não?
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Sonetos com Pipoca
Os Sonetos de Shakespeare constituem uma coleção de 154 poemas sob a forma estrófica do soneto inglês que abordam uma galeria de temas tais como o amor, a beleza, a política e a morte.
Publicado em 1609, a obra Sonetos foi o último trabalho publicado de Shakespeare sem fins dramáticos. Os estudiosos não estão certos de quando cada um dos 154 sonetos da obra foram compostos, mas evidências sugerem que Shakespeare as escreveu durante toda sua carreira para leitores particulares.
Existem também vários e vários filmes que citam os sonetos. Entre eles, o filme “Razão e Sensibilidade”, premiado filme britânico de 1995, dirigido por Ang Lee e com roteiro escrito pela atriz Emma Thompson, com base em romance homônimo de Jane Austen (uma de minhas escritoras favoritas), publicado em 1811. E além disso ainda contém o soneto 96 que mais aprecio pela sua essência.
Amor é um marco eterno, dominante,
Amor não teme o tempo, muito embora
Antes se afirma, para a eternidade.
“... o amor só é amor se não dobra a obstáculos
E nem se curva a vicissitudes,
É uma marca eterna que sofre tempestade,
Sem nunca se abalar.”
Sonetos, filme, amor e pipoca. Ótima combinação.
É isso.
.
sábado, 3 de abril de 2010
Belos e Insanos
Para começar vamos ao clássico livro “O Retrato de Dorian Gray" do Oscar Wilde, ou se você não tem tempo porque fica horas se olhando no espelho, pode também ir direto ao filme que já são três as adaptações para o cinema do famoso livro. Em 1945, o diretor Albert Lewin fez a primeira versão da obra, com George Sanders no papel de Lorde Henry Wotton e Hurd Hatfield como protagonista. Em 1970, uma versão alemã do livro foi produzida, sob a direção de Massimo Dallamano. E a mais nova adaptação de Oliver Parker que promete ser um dos grandes sucessos cinematográficos do ano, que eu obviamente já assisti também e achei ótimo o elenco selecionado para esse filme (E não se enganem com o ator que escalaram para o Dorian Gray, o filme não é para a garotada, eu diria que a classificação ficará para menores de 16 ou 18 anos).


Eu gostei dos dois filmes, cada um com sua peculiaridade. O primeiro juntamente com a questão da vaidade mostra que não só a rotina ou aquela vidinha pacata cheia de tédio cansam, mas uma vida cheia de prazeres e luxúria em demasia, ao contrário do que alguns pensam, também podem enfastiar do mesmo jeito, o que deixou o Dorian Gray numa melancolia total. No segundo filme, já mostra a vaidade ligada as paixões insanas que por vezes podem levar a uma doidice tremenda, como no caso da Condessa que queria parecer uma adolescente para o seu amante, se banhando de sangue de moças virgens.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Love Story
Esse início do desenho "UP" simplesmente demais. Vale a pena conferir essa linda história de amor.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
"Te Amarei Para Sempre"... ZZzzzzzzz

O longa-metragem, baseado no livro de Audrey Niffenegger, conta a estória de Henry (Bana) e a sua “incrível” capacidade de viajar no tempo. Que aliás o título do filme "Te Amarei para Sempre", nada tem a ver com o original do livro “A Mulher do viajante no tempo”. Clare (McAdams) é exatamente esta moça que, desde pequena, sabe que irá se casar com Henry.
Um filme com um ótimo elenco, boa fotografia, mas com uma história sem pé nem cabeça (sem falar na total falta de química entre os atores). Desnecessário assistir um filme assim. Simplesmente não tem como se envolver.
Nada contra amores impossíveis. Mas achei o filme sem graça e com o final chatinho. Tirando tudo isso ficou apenas um pensamento: Que saco deve ser namorar com uma pessoa que viaja no tempo, sem ter controle sobre isso e sob a pena de sempre lhe deixar na mão. Passo!
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Oi?

Às vezes sento para assistir TV e penso: vou pegar meus óculos na minha bolsa, mas quando estou no meio do caminho ou quando abro a bolsa: “O que eu ia fazer mesmo?”. Será que quando envelhecemos ficamos assim mesmo.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Pensamentos...
O que não sei dizer é mais importante do que o que eu digo.
Clarice Lispector